terça-feira, 10 de abril de 2012

O PLANTÃO MÉDICO DO SÃO FRANCISCO...

A madrugada não trouxe uma surpresa. Um fato curriqueiro. Jovem, tatuado, completamente pálido e com escoriações na face e ferimento contusivo no crânio. Mais um produto das drogas chega morto no hospital. A conduta, examinar o paciente e comunicar a polícia. Essa chega no momento certo, acompanhada do Delegado de Polícia que fez questão de botar a mão na massa, examinando o cadáver, antes do encaminhamento para o instituto de medicina legal Até aí todo mundo cumpriu com o seu dever. O que ficou foi a triste realidade do crack, da droga que ceifou mais um jovem. As estatísticas são claras. Já falei em artigo anterior e faço questão de  voltar ao assunto. A Organização Mundial de Saúde fala que no Brasil existe 6 milhões de drogados. Embora o nosso país se preocupa ou trata apenas 2 milhões. Sabe-se que a terça parte dos drogados conseguem se recuperar, o outro terço, permanece da mesma forma pois apesar das medidas adotadas, não existe medicamento para tal. Permanecem se drogando e disseminando o mal e, finalmente, o último terço, morrem. A trágica realidade de nossa nação e do mundo inteiro. Oitenta e cinco por cento da violência do mundo atual se deve às drogas. O que  fazer então? Médicos, cientistas e organizações do mundo inteiro estão trabalhando na solução do problema. O que se fala então é que estão armando um esquema de combate ao contrabando e disseminação das drogas em grande escala, ao mesmo tempo, autoridades da saúde ampliam hospitais e os preparam para receber doentes dessa categoria. Pelo que sei, e espero que seja verdade, a Presidenta Dilma assume o comando como se fosse uma grande operação de guerra. O certo é que alguma coisa tem que ser feito com a máxima urgência e que o povo os chefes de família terão que participar, pois a droga não é mais um caso médico, da polícia, é de todos nós. A nossa omissão poderá trazer prejuízos consideráveis que poderão até atingir nossos filhos, nossos netos, nossos entes mais queridos...

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