PONTO DE VISTA 615
A GLOBO DE BONNER
Ontem assistimos, como grande parte dos brasileiros, a entrevista
do Haddad ao Jornal nacional. Como se previa, o entrevistador exerceu o papel
de acusador, preocupando-se mais em acusar do que proporcionar uma oportunidade
para que avaliassem a proposta do candidato. A grande imprensa (PIB) está
nervosa com a possibilidade de uma transformação social, como acontecerá com a
eleição do candidato Haddad. Eles querem continuar para manterem o mesmo
sistema de desordem e corrupção, que são os verdadeiros causadores, quando,
através dos tempos, influenciam e direcionam o povo para as profundezas do
abismo que chegamos hoje. O grande receio é que o candidato eleito, possa fazer
o que realmente tem que ser feito, colocar a Globo, as suas associadas e afins,
num contexto que nunca deveriam ter saído, ou seja, exercer o papel meramente
educativo e informação real do que está acontecendo e não utilizando o seu poder
de influência para fazerem negócios, ganharem mais dinheiro e se venderem para
os estrangeiros. As concessões dos órgãos informativos pertencem ao governo,
por lei, consequentemente ao povo, como acontece em vários países civilizados
do mundo. Aqui no Brasil tem servido para estimular a desordem e a desunião, quando
permitem que informações mentirosas e erradas, seja direcionada ao seu alvo, ao
povo que se transforma na grande vítima dessa lavagem cerebral. Ontem a Globo
sofreu um revés, o candidato Haddad enfrentou o inimigo do povo com as suas próprias
armas. Fez vir à tona o lixo e o resíduo da maré baixa, como diz o Jornalista
Fernando Henrique Amorim. O candidato foi exemplar nas suas respostas, apesar
do pouco tempo. Serviu para mostrar que ele será um bom candidato e tem tudo
para reerguer o Brasil. Pode se dizer que usou como instrumento, o feitiço
contra o próprio feiticeiro.


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