quarta-feira, 26 de junho de 2019


PONTO DE VISTA 906    PREPOTÊNCIA

A gente diz de alguém que se superpõe aos demais. Autoproclamando como sendo o dono da única verdade. Será assim e acabou. Esse cidadão é autoritário e não pensa, por nenhum momento, que outras pessoas possam pensar de maneira diferente. Poderia se chamar de déspota, tirano, opressor, um cidadão que se comporta dessa forma. Claro que sempre que houver alguém que age com tal procedimento, existirão outros que se submetem, embora não se sabe em que dimensões. Quando isso se estende para o nível governamental, a primeira impressão que vem é a existência de um governo ditatorial. Um regime que não se adapta ao sistema democrático, que foi adotado por nós. Escolhido de forma constitucional, aprovado por uma assembleia de representantes do povo, devidamente constituído e proclamado. Decisões que devem valer para todas as ocasiões e circunstâncias que se apresentarem. Decisões que são acompanhados por organismos mundiais que tem por missão assegurarem o bem-estar das nações. Na verdade, o nosso Brasil passa por essa crise. Pode se dizer que não vivemos em um estado de direito. Um estado que se estriba na força ou na ameaça armada. Uma justiça que se submete a interesses pessoais ou grupais, sempre acatando o que não deve ser o “Supremo”, o que controlaria o órgão democrático, que deveria zelar pelas nossas regras, estabelecidas na Constituição. Um Legislativo, que aos poucos, vem descobrindo, quando não pode se submeter, que ele pode ser a solução do problema. Que ele não pode concordar com os entreguíssimos que estão sendo feitos a luz do dia, pela ação de piratas e aproveitadores.  Apesar de serem fortemente influenciado pelo poder da barganha, descobrem, aos poucos, que existem manobras que os tornam vulneráveis, até mesmo para se libertarem do jugo que os aprisiona. Aos poucos, parece que vão cedendo, embora sejam fortemente influenciado pelo poder da imprensa falada e escrita, que vem cedendo para uma alternativa que vem enfrentando, com galhardia, e acompanhando os ventos de liberdade que vem de fora, condenando sempre a submissão a outros países detentores de influência, imperialistas como se diz, interesseiros e subjugante.

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