PONTO DE VISTA 906
PREPOTÊNCIA
A gente diz de alguém que se superpõe aos demais. Autoproclamando
como sendo o dono da única verdade. Será assim e acabou. Esse cidadão é
autoritário e não pensa, por nenhum momento, que outras pessoas possam pensar
de maneira diferente. Poderia se chamar de déspota, tirano, opressor, um
cidadão que se comporta dessa forma. Claro que sempre que houver alguém que age
com tal procedimento, existirão outros que se submetem, embora não se sabe em
que dimensões. Quando isso se estende para o nível governamental, a primeira
impressão que vem é a existência de um governo ditatorial. Um regime que não se
adapta ao sistema democrático, que foi adotado por nós. Escolhido de forma
constitucional, aprovado por uma assembleia de representantes do povo,
devidamente constituído e proclamado. Decisões que devem valer para todas as
ocasiões e circunstâncias que se apresentarem. Decisões que são acompanhados
por organismos mundiais que tem por missão assegurarem o bem-estar das nações.
Na verdade, o nosso Brasil passa por essa crise. Pode se dizer que não vivemos
em um estado de direito. Um estado que se estriba na força ou na ameaça armada.
Uma justiça que se submete a interesses pessoais ou grupais, sempre acatando o
que não deve ser o “Supremo”, o que controlaria o órgão democrático, que
deveria zelar pelas nossas regras, estabelecidas na Constituição. Um
Legislativo, que aos poucos, vem descobrindo, quando não pode se submeter, que
ele pode ser a solução do problema. Que ele não pode concordar com os
entreguíssimos que estão sendo feitos a luz do dia, pela ação de piratas e
aproveitadores. Apesar de serem fortemente
influenciado pelo poder da barganha, descobrem, aos poucos, que existem
manobras que os tornam vulneráveis, até mesmo para se libertarem do jugo que os
aprisiona. Aos poucos, parece que vão cedendo, embora sejam fortemente
influenciado pelo poder da imprensa falada e escrita, que vem cedendo para uma
alternativa que vem enfrentando, com galhardia, e acompanhando os ventos de
liberdade que vem de fora, condenando sempre a submissão a outros países
detentores de influência, imperialistas como se diz, interesseiros e subjugante.


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