PONTO DE VISTA 1271
VEJAM O QUE DIZ O ESTADÃO DE HOJE...
Retomada da economia no Brasil depois da pandemia
deve ser mais lenta que em 90% dos países
Com a crise sanitária sem
controle porque o governo lida mal com a pandemia, economistas preveem que o
Brasil vai demorar mais do que outros países para recuperar a economia depois
da pandemia da Covid-19. Apesar de políticas importantes o Brasil enfrenta a
pandemia de maneira caótica. Jair Bolsonaro subestimou por diversas vezes a
Covid-19 e ao invés de se voltar para a tomada de medidas eficazes, focou sua
atenção no uso da hidroxicloroquina como terapia para a Covid-19, tentou
maquiar as informações sobre o número de mortes e combateu o distanciamento social
recomendado pela comunidade médica, como medida para impedir o contágio da
população com o novo coronavírus. A reportagem cita, entre outros, o
ex-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)
Luiz Carlos Mendonça de Barros segundo o qual o caminho para enfrentar a crise,
como na Alemanha, é reduzir o imposto sobre o consumo, dar um bônus de US$ 300
para as famílias de baixa renda e socorrer empresas. No Brasil deram um valor
insuficiente que foi aumentado devido às ações da oposição no Congresso
Nacional, como a implementação do auxílio emergencial de até R$ 1.200 para
desempregados e informais, o governo até hoje não conseguiu organizar a
contento os pagamentos, o que levou uma multidão de brasileiros de baixa renda
a se aglomerar nas agências da Caixa Econômica Federal, prejudicando o
isolamento, destaca reportagem do Estadão. Outras medidas, como as linhas de
crédito, sobretudo para as empresas médias e menores, não chegaram a se
efetivar. O problema aqui é que o governo é uma
bagunça. Mas é preciso acenar com um projeto de reconstrução para depois da
quarentena, dar esperança, mostrar à sociedade que algo está sendo planejado”,
diz Mendonça de Barros. O problema aqui é que o governo é uma bagunça. Mas é preciso
acenar com um projeto de reconstrução para depois da quarentena, dar esperança,
mostrar à sociedade que algo está sendo planejado”, diz Mendonça de Barros.
Este texto não é meu, mas
corresponde com a realidade do que vem acontecendo.


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