quinta-feira, 8 de outubro de 2020

 

PONTO DE VISTA 1376     MUDAR O DISCO...

 

Ser menos repetitivo nas minhas críticas. Gostaria mesmo era de falar bem de todos os nossos políticos. Na verdade, eu leio todos os lados, eu sinto empatia com as pessoas que sofrem, procuro entrar no seu interior e quando me coloco lá dentro, procuro também viver os seus sentimentos, talvez, até tenha alguma impressão falsa, aí eu erro e quando me conscientizo, tento mudar ou corrigir a minha falha.  Olha que já tentei ser menos agressivo, se for essa a acusação. Já fiz de tudo para não ligar o nome do meu presidente, da minha nação aos flagelos que sinto existir, a maioria, no meu entendimento, por responsabilidade dele ou de quem o controla. Algumas até pode ser por força das circunstâncias, pelos círculos com quem se aliou para poder prosperar nas suas intenções. Pode não ser culpado por tudo, mas parto do pressuposto que tem forte responsabilidade, desde o momento que foi escolhido para ser o nosso mandatário. Não tenho nenhum interesse pessoal nas críticas, pois não tenho ambição de ocupar qualquer destaque no quadro político. Apenas tenho a vontade de ver o meu país desenvolver e ser soberano. Mais pela vontade de ver as pessoas felizes e com aspirações de vidas saudáveis, acreditando que Deus realmente está no comando, do que imaginar que ele entregaria o poder para um despreparado, que usa o seu santo nome em vão, que nada mais faz do que pensar nas suas satisfações pessoais e de sua família, a quem protege com a disposição de uma mãe, que mimou demais os seus filhos e agora não pode impedir que cometa desatinos. Vivo em um regime que teoricamente se diz democrático e por isso me acho no direito de contestar quando não acho certo. Nunca uso da calúnia para atingir quem quer que seja. Não sou tolo para dizer que ele destrói biomas, tocou fogo na Amazônia ou no Pantanal, mas certo o suficiente para reconhecer que ele facilitou ou deixou de tomar as providências necessárias para combater o incêndio. Também não o responsabilizo pela contaminação virótica, mas sei que ele poderia fazer muito mais para evitar o número de mortes, se agisse desde o início com as medidas certas, nos moldes dos estudiosos que já haviam estudado e sofrido com a pandemia. Quando me referi que ele queria transformar o país com a indicação de um ministro “ terrivelmente evangélico”, não foi para contestar a doutrina evangélica, que prega a mensagem de Cristo, que sempre aceitei e preservo, mas para dizer que ele não deveria usar esse termo, para não contrariar a constituição que prevê um Brasil para todas as religiões. O estado laico, que diz a nossa carta maior. Embora possa haver erros, pois são da natureza humana, mas a sua persistência tem sido constante, o que me leva a crítica e a vontade de dizer ou pelo menos deixar gravado, o que tenho pensado nos últimos tempos. Peço que me perdoem pela insistência, mas se não manter o meu comportamento, não serei eu quem edita o ponto de vista. O meu ganho é a satisfação do dever cumprido ou que, pelo menos, acho que estou cumprindo....

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