PONTO DE VISTA 1443
A GRANDE QUESTÃO ....
É sair ileso depois de tantas irregularidades cometidas. As
instituições, que o povo já entendeu, ficaram desmoralizadas, como
permaneceriam se oficialmente aceitassem os seus erros e que viesse à tona que
estavam fazendo o jogo dos inimigos da pátria. Por isso, o que não era dele, não conseguiu passar para a
história (passado) e todos viram que não passou de uma grande farsa. Os
argumentos, que iludiram muitas pessoas nesse imenso território, nada mais
foram do que a constatação que os togados e senhores que disciplinam ou fazem a
justiça nesse país, não passaram de um bando de hipócritas, como foi dito,
“sepulcros caiados” ou podres por dentro, embora corruptos e belos por fora....
Na realidade, criminosos lesa pátria, responsáveis por alterar a vontade do
povo e infligirem o peso da injustiça, diferente do que deveriam fazer em um
estado de direito, missão que teriam que cumprir. Quantas vidas ceifaram ou
transtornaram, diante de suas sentenças. Ao ponto de mudarem o destino de uma
nação, quem sabe com o restabelecimento do estado de fome, que já esteve
declinando, com a falta de empregos, ocorridos pelas quebradeiras de firmas,
quando permitiram que tais fatos acontecessem e nada ou quase nada fizeram para
punir os verdadeiros responsáveis, apenas trocaram de corruptos, uma vez que
foram liberados (punidos apenas os inocentes), mediante propinas a grupos da
justiça e de advogados, quando cometeram atos sórdidos.... E o pior, sob os
aplausos de brasileiros que foram influenciados por uma mídia, do tipo Globo e
outras emissoras de TV, bem como um gabinete odioso, distribuidor de fake News
e políticos que se venderam ou se submeteram as delícias de um poder
corrompido.... E AGORA.... O QUE FAZER ....
Seria suficiente o simples arrependimento, como muitos já fizeram ou
estão fazendo.... Uma reparação vai trazer o Brasil de volta? Vai ao menos
mexer nos bolsominions .... Esses, não são problemas, irão para o lado dos que
ficarem com o governo.... Com a mesma cara de pau ...


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