PONTO DE VISTA 332
ATÉ QUE A MORTE NOS SEPARE....
É o amor do acasalamento. Quando duas pessoas se amam e
resolvem unir os corpos, em nossa sociedade, vale como um contrato que fazem entre
si, para dar constituição a uma formalidade que é o casamento. Através dos
tempos, em nossa cultura, para durar uma vida. Na maioria das vezes dá certo.
Outras, são rompidas de formas inesperada, dando a impressão que as coisas não
são tão permanentes quanto parecem. Tudo é uma questão de compatibilidade. O
casamento, como o amor, sempre tem que ser cultivado, assim como as plantas que
se não forem aguadas e bem tratadas, tendem a murchar e depois desaparecer.
Enfim, tudo é resolvido no devido tempo. A verdade, no entanto, é a que fica.
Foi bom ou ruim enquanto durou. Nova oportunidade, nova etapa da vida e a
lição, o amor deve ser sempre preservado, a vida de cada um deve ter menos
cobrança e ser reinventada diariamente para que a história não se repita. Sempre
temos a vontade que a última oportunidade seja mais duradoura. Para que tudo dê
certo é preciso que o casal se entenda. Que se admirem e fiquem sempre
bem-humorados. Não deve haver nenhum tipo de neurose. Os ciúmes, por exemplo
deve ser deixado de lado. Precisa haver confiança de ambos. Numa relação
ninguém tem que mudar ninguém. Cada um tem a sua personalidade e sabe o que
deve ou não fazer. Logo, nunca fazer de uma paixão ardente uma fonte de estresse.
A relação deve ter prazer, ambos precisam se realizar e alcançarem o que
querem. Ceder quando preciso. Amar de verdade ...


Nenhum comentário:
Postar um comentário