quarta-feira, 22 de novembro de 2017


PONTO DE VISTA 332          ATÉ QUE A MORTE NOS SEPARE....



É o amor do acasalamento. Quando duas pessoas se amam e resolvem unir os corpos, em nossa sociedade, vale como um contrato que fazem entre si, para dar constituição a uma formalidade que é o casamento. Através dos tempos, em nossa cultura, para durar uma vida. Na maioria das vezes dá certo. Outras, são rompidas de formas inesperada, dando a impressão que as coisas não são tão permanentes quanto parecem. Tudo é uma questão de compatibilidade. O casamento, como o amor, sempre tem que ser cultivado, assim como as plantas que se não forem aguadas e bem tratadas, tendem a murchar e depois desaparecer. Enfim, tudo é resolvido no devido tempo. A verdade, no entanto, é a que fica. Foi bom ou ruim enquanto durou. Nova oportunidade, nova etapa da vida e a lição, o amor deve ser sempre preservado, a vida de cada um deve ter menos cobrança e ser reinventada diariamente para que a história não se repita. Sempre temos a vontade que a última oportunidade seja mais duradoura. Para que tudo dê certo é preciso que o casal se entenda. Que se admirem e fiquem sempre bem-humorados. Não deve haver nenhum tipo de neurose. Os ciúmes, por exemplo deve ser deixado de lado. Precisa haver confiança de ambos. Numa relação ninguém tem que mudar ninguém. Cada um tem a sua personalidade e sabe o que deve ou não fazer. Logo, nunca fazer de uma paixão ardente uma fonte de estresse. A relação deve ter prazer, ambos precisam se realizar e alcançarem o que querem. Ceder quando preciso. Amar de verdade ...

Nenhum comentário:

Postar um comentário