PONTO DE VISTA 387
EMOÇÕES II
Continuando a falar de emoções poderemos até dizer que elas
são democráticas, ou seja, não escolhem classe econômica para se estabelecer.
Tudo de acordo com a situação que se apresenta. Considerando dois cidadãos, um
pobre e outro rico. Duas classes sociais, uma alta e outra baixa. Diante da
aquisição de um automóvel, um deles procura um carro velho, com a lataria
amassada e de baixíssimo custo, devido a sua situação financeira o outro, de
cara compraria um modelo avançado, 0 km e que iria se somar a outros 6 modelos
de luxo, importados que já estão em sua garagem. Perguntando qual dos dois
sentiria mais emoção, diante da compra, certamente seria o cliente pobre. Assim
nós invertemos as posições, o de alta emoção seria o pobre e o de baixa, o
rico. Vemos então que nem sempre os ricos ocupam as posições mais altas, nas
competições. As emoções atingem todos nós, são muito difíceis de controlar. Mostra
que o psiquismo humano varia muito de pessoa para pessoa. O pobre pode ser rico
em sua miséria social e vice-versa, o rico pobre na sua opulência, mendigar o
pão da esperança. Tudo é uma questão emocional. É uma das situações que o pobre
leva vantagem sobre o rico. Enquanto o quadro se define, temos na observância ao
dirigir o comando de nossa nave, ou de nossa mente, da melhor maneira possível,
de forma que aquilo que seria a nossa perturbação mental, uma má emoção, não
traga prejuízos para nós...


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