quarta-feira, 17 de janeiro de 2018


PONTO DE VISTA 387       EMOÇÕES  II



Continuando a falar de emoções poderemos até dizer que elas são democráticas, ou seja, não escolhem classe econômica para se estabelecer. Tudo de acordo com a situação que se apresenta. Considerando dois cidadãos, um pobre e outro rico. Duas classes sociais, uma alta e outra baixa. Diante da aquisição de um automóvel, um deles procura um carro velho, com a lataria amassada e de baixíssimo custo, devido a sua situação financeira o outro, de cara compraria um modelo avançado, 0 km e que iria se somar a outros 6 modelos de luxo, importados que já estão em sua garagem. Perguntando qual dos dois sentiria mais emoção, diante da compra, certamente seria o cliente pobre. Assim nós invertemos as posições, o de alta emoção seria o pobre e o de baixa, o rico. Vemos então que nem sempre os ricos ocupam as posições mais altas, nas competições. As emoções atingem todos nós, são muito difíceis de controlar. Mostra que o psiquismo humano varia muito de pessoa para pessoa. O pobre pode ser rico em sua miséria social e vice-versa, o rico pobre na sua opulência, mendigar o pão da esperança. Tudo é uma questão emocional. É uma das situações que o pobre leva vantagem sobre o rico. Enquanto o quadro se define, temos na observância ao dirigir o comando de nossa nave, ou de nossa mente, da melhor maneira possível, de forma que aquilo que seria a nossa perturbação mental, uma má emoção, não traga prejuízos para nós...

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