terça-feira, 4 de dezembro de 2018


PONTO DE VISTA 698         DEZEMBRO...

Entramos no último mês do ano. Ele pelo fato, é diferente dos demais. Não só pelas grandes festas, mas, principalmente pelas reflexões que nos faz pensar no que fizemos, o que resta para ser feito e notadamente pelo que deixou de ser executado. O mundo caminha rápido demais e nos deixa pouco tempo para pensar. Talvez seja o mal do século. Por isso estamos sempre correndo e deixando muitas coisas para serem feitas mais tarde. Quando a gente se dá por conta, estamos correndo atrás da máquina. Faltou espaço no tempo. A prova mais clara que existo, com minhas virtudes e com os meus defeitos, é simplesmente porque penso. Penso nisto. Penso, por isso escrevo. Se não escrever eu esqueço. Se esquecer eu passo pela vida de forma inexpressiva. Quem quer isto? Eu não. Embora não seja pretencioso, também não quero passar por essa vida sem deixar um legado. Como tenho dito, já não tenho mais a ideia de transformar o mundo, agora estou mais com os pés no chão e estou mais preocupado em fazer pequenos reparos em minha mente. Dessa forma, acredito, a minha contribuição será maior e melhor. Descobri a fórmula certa. Não sou e nem quero ser um Chico Xavier, alusão é pura coincidência de pensamento, as palavras fluem, escrevo com facilidade e deixo o me guiar. Fico tranquilo porque ele sempre me leva para o lado bom e não tenho receio de influir negativamente nas pessoas. Até mesmo porque tento expor o que penso, alertando sempre que todo e qualquer comentário serve para o debate e não como única verdade. Pois reconheço que falta muita sabedoria para servir de exemplo ou guia para qualquer pessoa, embora tudo o que me proponho a fazer esteja dirigido para o bem dos que me aceitam. Não tenho nenhuma outorga. Meu guia, meu mestre, minha orientação é a minha mente. Ela é a razão dos meus feitos e das coisas que não consigo fazer....


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