quarta-feira, 12 de dezembro de 2018


PONTO DE VISTA 706             GRIPE


Fim de tarde os primeiros sinais. Expectoração de coloração esbranquiçada, dor de garganta.  Coriza, congestão nasal e leve desânimo. O primeiro pensamento é que se trata de um resfriado. No entanto, anuncio pomposamente, como se estivesse se aproximando uma gripe. Aquilo que chamamos de gripe de verão. Pergunto agora, o que pode interessar ao leitor? Um fato que ocorre comigo no início do veraneio? Simples e meio repetitivo. Eu falo de mim, porque acontece o mesmo com os meus leitores. Como sempre procuro retratar os acontecimentos do quotidiano, dessa vez incluo a minha gripe. Todos nós estamos sujeito. Principalmente com aqueles que lidam mais com o público. Enfrentamos uma clientela doente que bate nos nossos consultórios, quase que diariamente. Os espirros antecedem a emissão de perdigotos, que se comportam como se fossem veículos de um dos inúmeros vírus da gripe. Geralmente, todos nós nos medicamos aos primeiros sinais. O Doutor, não foge à regra e também se automedica. O pior de tudo é que me acordo de madrugada, com perda de sono e a maneira que encontro para solucionar ou aliviar, pelo menos, é procurar o notbook e passar a descrição para o papel, enquanto espero a insônia passar, escrevo a matéria para editar pela manhã, quando cumprirei a minha obrigação, contraída de forma espontânea. É verdade também que não podemos aguardar muito tempo para iniciar o tratamento, pois a idade nos torna mais susceptível ao agravamento. Pode evoluir para uma pneumonia ou algo mais grave. O certo é procurar um profissional para iniciar o ataque o mais rápido possível. Lógico, não quero induzir ninguém, mas deixem para consultar pela manhã, pois os médicos não são de ferro e também não gostam de acordar para atender um simples resfriado que ocorre na madrugada. Dessa forma, concluo o meu trabalho, aproveitando o tempo que não foi perdido e retorno para a minha cama.

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