PONTO DE VISTA 874
SERGIO MORO E A COAF
Quem conhece o funcionamento de ambos, sabe que não poderia
dar certo. O primeiro foi usado para acabar com classe política, avacalhando
sua estrutura. Em todos países do mundo, quando se descobre corrupção, pune-se
o infrator, modifica a estrutura de sua empresa que gera trabalho. Baseado em
algumas assertivas, resolveu dizer e entender que todo o político é ladrão. Na
verdade, ele chutou e bateu com muita força na desmoralização de uma classe que
estava-se fortalecendo, quando se igualavam com os vendilhões da pátria. A
classe aceitava propinas, vantagens e estímulos, ele condenava, muitas vezes, sem
provas concretas. Depois viu, com a descoberta de algumas falcatruas, com
facilidade chegava a outras. Em pouco tempo formou a sua equipe, criou uma
forma de chantagem e um sistema de delação, que lhe renderia frutos. Um simples
vasão de informações seria suficiente para formar uma onda negativa e
enriquecer seus escritórios, de forma inteligente ele percebeu que isso poderia
gerar dividendos. E assim foi feito com o instituto da delação premiada.
Escolhia as acusações e prometia os prêmios para acusados, geralmente,
condenados e de mau caráter. Penas prolongadas. Muitos anos de cadeia. Mais
fácil de caírem em tentações e tudo diriam a quem tivesse o dom do perdão ou do
alívio. Para que tudo desse certo, os holofotes da moralidade que encontrou na
Globo. Com isso afastou quem poderia ser eleito e facilitou os verdadeiros
corruptos. Assim foi formado um ciclo que devastou a pátria amada emergindo uma
casta de bolsominions, que nunca pensaram, pelo contrário emitiram grunhidos de
satisfação e raiva, sobre uma situação que não conheciam e era refletida pelos
fake News e outras baboseiras, como se fizesse parte de uma estratégia
organizada. Depois que o Tsunami passou, com o resultado de tudo que deveria
dar certo e não deu. Desilusão. O brasileiro está se dando por conta, que o
desemprego aumentou, a fome voltou, as dificuldades permaneceram e até
piorara... E a COAF, instituída por imposição da Secretaria de Justiça dos
EE.UU, após o atentado das torres gêmeas, para que todos os países pudessem
controlar as movimentações financeiras dos terroristas, o esperto Sérgio Moro,
viu que poderia tirar vantagens e fez de tudo para trazer o organismo para seu
controle, no seu Ministério. Assim seria mais fácil controlar e manusear
políticos pela chantagem, exigir deles o que queria para manter o seu domínio e
condenar a sua moda, todos aqueles que contrariassem os interesses que ele
representa. Os políticos se aperceberam das suas intenções e retiraram a
escada, de modo que o órgão passou novamente para o ministério da Economia, de
onde nunca deveria ter saído.... O
debate iria continuar por muito tempo…. Como tudo é surpresa nesse país..., ontem,
o projeto do Moro caiu pela ação dos deputados que se aperceberam e a teta da
vantagem, como instrumento de chantagem, sucumbiu ... ainda bem....


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