PONTO DE VISTA 925
PARCIALIDADE...
Porquê em todas as ocasiões que depende da justiça apreciar
qualquer decisão sobre a questão Lula, todos nós podemos antecipar que o
resultado final será desfavorável ao mesmo. Poderia ser coincidência, no
entanto passa longe da verdade a possibilidade de um julgamento imparcial.
Independentemente do que cada um pensa a respeito. Estamos diante de um cidadão
que está preso por não ter feito nenhum crime contra o sistema jurídico, pelo
contrário é vítima de um sistema que quer impor as suas determinações sem se
submeter ao crivo do voto popular. Em várias investidas, culminaram com o
impedimento dele se candidatar ao cargo máximo da república brasileira, contrariando
a própria tradição e a constituição. O fato fica mais do que claro que houve um
conluio entre os magistrados supremos e um grupo direitista, aliados com força
militar, que por obrigação teria o direito de manter a democracia e o pleno
direito do povo exercer o seu direito de escolha. Relegado e por isso se
submetendo aos atrasos decorrentes de uma provável aprovação de uma previdência
social, que visivelmente atenta contra os direitos adquiridos pelo povo. Pode
soar de forma estranha essa defesa, no entanto, condiz com o nosso senso de
justiça que acredita que todos os homens merecem ser julgados por pessoas
íntegras, honestas e dentro das normas estabelecidas. Quando se diz que um juiz
é imparcial ele não pode ter lado, ele deve se afastar de qualquer pendência,
tanto do lado do acusado, como do lado dos seus acusadores. Essa é a lei que
queremos para todos nós e não uma justiça de fachada, cujos erros veremos logo
em seguida, vejam o que está acontecendo agora, quando vemos um juiz em apuros,
tentando justificar o injustificável, da forma mais estapafúrdica possível,
criando novos conceitos, convencendo apenas os fanáticos, ou àqueles para os
quais os meios empregados, justificam os fins. O mesmo que dizer que no futuro,
poderemos estar no lado dos injustiçados, não queiram para os outros o que não
queres para si...


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