PONTO DE VISTA 270 PREFEITA AFASTE-SE DAS MÁS INFLUÊNCIAS
Prefeita, o Hospital São Francisco, está prestes a trocar de
mãos. Entendemos a crise e sabemos que verbas destinadas foram suprimidas.
Muita cautela e não se deixe levar por cantigas antigas que querem levar a
nossa única casa hospitalar para a turbulência política. Não deixe escapulir a
grande obra de seu avô por um sumidouro qualquer. A música que estão cantando
eu já conheço. Começa falando do mal atendimento, depois dos médicos, dos
funcionários, quando não levantam calúnia. Desconheço se existe alguma coisa
grave, pois nunca fiz parte da atual gestão. No entanto, vi e participei do
esforço de recuperação e finalmente na grande recuperação que foi o surgimento
de um outro Hospital. Também conheci e participei do que era antes. Era um
ambiente de politicagem, quando queriam que determinadas pessoas tivessem
privilégios especiais, constituindo uma pressão constante sobre os administradores
de então, criando até situações de constrangimento. Várias mudanças menores, anteciparam
à Fundação. Verdade que algumas instituições tiveram que desaparecer por força
de circunstância ou seja, pelo fato do encarecimento do custo da maternidade e
pelas novas exigências, adequada, aliás, exigindo médicos titulados em obstetrícia,
pediatria, anestesista e condições de UTI para receber os pacientes em estado
grave. Ai poderiam perguntar, e antes como isso existia? Respondo, eram outros
tempos, desculpe, eu e o Dr. Miranda e o Anestesista Dr. Job, fazíamos de tudo
e depois o Dr. Modesto deu continuidade. Assim eram, graças a Deus e a
dedicação que ele permitiu, realizamos milhares de partos normais e cesarianos.
Como disse eram outros tempos, repito. As novas leis nos afastaram, no entanto,
com o advento da Fundação, a qualidade do atendimento ficou mais organizado,
novos instrumentais, mais modernidade, e principalmente, novos médicos com novos
ensinamentos, decorrentes evidentemente de novas tecnologias. Vieram e se
adaptaram a um hospital que se dedica às urgências e emergências que se
destina. A outra parte, caberia à prefeitura que deveria ter feito o máximo
para reduzir o atendimento ambulatorial, que no meu entender, caberia aos
postos e outras clínicas organizadas de especialistas.


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