sexta-feira, 1 de dezembro de 2017


PONTO DE VISTA 341   AMOR DE GOVERNANTE





O amor é fundamental em toda relação humana. Até mesmo e principalmente, entre governante e governados. Um gestor que não ama o seu povo é a mesma coisa que um chefe de família que não ama os seus filhos. Podem crer, leitores esse sentimento é muito forte e está diretamente ligado as nossas vidas. O dirigente que quer escravizar os seus súditos, jamais conseguirá governar em paz.  O mesmo se diz da classe política e seus inspiradores, quando corruptos caem no descrédito e se afastam da confiabilidade daqueles que o elegeram. Quando esse elo inexistir, amor e dirigente, nada pode dar certo. O amor não pode ser comprado, negociado ou transferido, ele precisa ser conquistado através de gestos e medidas socializantes. Atos de bem querência. A sociedade tem que ser amada pelos seus gestores, que por sua vez tem que encontrar razões de colaboração, para que tudo dê certo. Nunca a conquista tem que ser feita pela, pela prepotência ou pelo medo, como é de costume pelos governos ditatoriais ou de governantes cuja popularidade alcançam níveis baixos, sem dúvida, reflexo de má aceitação pelo povo e desamor do governante. A má gestão cresce em terrenos de falta de liberdade, e franca corrupção, quando os seus dirigentes querem impingir um direcionamento errôneo e obriga o povo a aceitar a imposição. Muitas vezes para se protegerem de erros que fizeram no passado ou por ambicionarem mais poderes, até mesmo para roubarem mais....

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