sábado, 9 de dezembro de 2017


PONTO DE VISTA 349      CONVERSA DE CONSULTÓRIO ....





Partindo do princípio que os pacientes vão ao médico quando se sentem doentes e que a partir desse momento o facultativo passa a ter uma responsabilidade muito grande por quem o procura. A queixa pode ser pequena, mas quando o profissional é procurado é porque ele merece confiança. Os sintomas e sinais apresentados pelos pacientes devem ser minuciosamente investigados, mesmo que tenham uma só origem. O paciente tem que ser analisado sobre três aspectos, somático, mental e espiritual. No primeiro caso, o que geralmente sobressai, o paciente fala do que sente propriamente dito, o que fez procurar o médico. No segundo, mental, todos nós temos problemas emocionais, maiores ou menores, de acordo com o que vivenciamos ou recebemos no dia a dia, problemas de humor, de comportamento, de angustia, neuroses em geral, que não podem passar despercebidos pelo profissional. Terceiro, quando se fala no plano espiritual queremos dizer do estado de ânimo do doente que precisa ficar tranquilo e em harmonia com a vida, para que o tratamento seja melhor aproveitado. Todo o médico tem o dever de transmitir e contribuir para que este estado se estabeleça. Estes três elementos são fundamentais para que uma boa receita possa ser aplicada. A medicina é única, embora tenha várias escolas de ensinamento e comportamento, no entanto os profissionais variam de acordo como tratam os pacientes. Muitas vezes assoberbados com as funções que a vida impõe, as atenções não são bem assimiladas e os resultados não acontecem como se deveria esperar. O paciente deve retornar e reiniciar o processo investigativo ou adaptativo até encontrar uma explicação para os seus problemas.

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