PONTO
DE VISTA 464 SANTA CASA DE
MISERICORDIA DE RIO GRANDE II
Novamente nos noticiários. Várias tentativas de recuperação
e poucos resultados. Acredito na capacidade dos administradores atuais. Todos
de boa índole e capacitados para desenvolver um bom trabalho. No entanto
trabalham num momento difícil, apesar dos esforços conjugados. Assumiram uma
situação caótica, dento de uma crise nunca vista em nosso País. Sucederam uma
gestão que sugou e extrapolou nos gastos, aumentando ou favorecendo alguns de
seus componentes, que, segundo consta, respondem na justiça. Como ocorreu em
outros nosocômios de nosso pais. Dependente de verbas governamentais, dotadas
muitas vezes sem critérios justos de distribuição e que foram outras vezes submetidos
a cortes orçamentário de toda ordem, com glosas que muitas vezes são
mal-entendidas. A Santa Casa deveria ser referência em várias modalidades para
alguns setores da zona sul. Para desempenhar o seu papel deveria cumprir com
determinadas cláusulas do contrato. O governo paga com atraso e alguns
cortes. Por essa razão, possivelmente
não conseguem cumprir com os seus compromissos e vem nova redução. Assim por
diante. Chega um momento que não conseguem pagar a dívida que mensalmente vai
aumentando. Resultado, o plano de recuperação das finanças fica defasado. O
tempo passa e não há melhora. O socorro que deveria vir de fora, nunca chega e
quando vem, vai direto para pagar dívidas com funcionários. Dessa forma não há
planejamento que resista. Já se fala em fechar alguns setores. Talvez seja o
remédio. Existe outro? Aguardo solução de pessoas mais preparadas. No entanto
vejo aves de rapina, pairando, torcendo para o insucesso, tentando tumultuar,
dificultar ainda mais o caminho....


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