quarta-feira, 4 de abril de 2018


                PONTO DE VISTA 464           SANTA CASA DE MISERICORDIA DE RIO GRANDE II


Novamente nos noticiários. Várias tentativas de recuperação e poucos resultados. Acredito na capacidade dos administradores atuais. Todos de boa índole e capacitados para desenvolver um bom trabalho. No entanto trabalham num momento difícil, apesar dos esforços conjugados. Assumiram uma situação caótica, dento de uma crise nunca vista em nosso País. Sucederam uma gestão que sugou e extrapolou nos gastos, aumentando ou favorecendo alguns de seus componentes, que, segundo consta, respondem na justiça. Como ocorreu em outros nosocômios de nosso pais. Dependente de verbas governamentais, dotadas muitas vezes sem critérios justos de distribuição e que foram outras vezes submetidos a cortes orçamentário de toda ordem, com glosas que muitas vezes são mal-entendidas. A Santa Casa deveria ser referência em várias modalidades para alguns setores da zona sul. Para desempenhar o seu papel deveria cumprir com determinadas cláusulas do contrato. O governo paga com atraso e alguns cortes.  Por essa razão, possivelmente não conseguem cumprir com os seus compromissos e vem nova redução. Assim por diante. Chega um momento que não conseguem pagar a dívida que mensalmente vai aumentando. Resultado, o plano de recuperação das finanças fica defasado. O tempo passa e não há melhora. O socorro que deveria vir de fora, nunca chega e quando vem, vai direto para pagar dívidas com funcionários. Dessa forma não há planejamento que resista. Já se fala em fechar alguns setores. Talvez seja o remédio. Existe outro? Aguardo solução de pessoas mais preparadas. No entanto vejo aves de rapina, pairando, torcendo para o insucesso, tentando tumultuar, dificultar ainda mais o caminho....

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